domingo, 8 de abril de 2012

Férias

Postado por Flávia às 02:42 3 comentários
Papai está de férias e a família aproveita a carona pra visitar Salvador terrinha amada.
Vamos rever vovô, vovó, titia e curtir meio mundo de programação planejada. Tem cinematerna no roteiro. Pulinho em praia do forte. Fora uns mil amigos que estamos devendo visita.
E ainda tem os preparativos para o aniversário de Ana que será em Salvador. Pois é. Um ano já!
Então, eu fui ali. Volto já. Fui comprar maracujá.
Bom feriado! Comam muito chocolate. Sejam felizes!

sexta-feira, 6 de abril de 2012

Mar e ondas

Postado por Flávia às 18:02 1 comentários
Hoje Aninha tomou o seu primeiro banho de mar.

Ela já conhece a praia, mas não tinha sido apresentada ainda ao marzão e suas ondas.
Destemida a garota viu? Pegou na mão da mãe e cambaleante foi pezinho a pezinho até o mar. Pensei que ela ficaria com medo ao bater de frente com a primeira onda. Que nada! Veio a primeira, segunda e terceira. Ela continuou caminhando. Até que a mãe disse que ali já estava bom e ela não precisava enfrentar o oceano logo de cara. Vamos com calma né?

Foi um dia muito bom. Vovó presente pra babar a neta. Pai e mãe felizes. Bebê pulante.
Ali, ouvindo o barulho das ondas e vendo Ana pular de tanta alegria, meu coração se encheu de gratidão. Que sentimento louco esse de pai e mãe. O mundo pode estar de cabeça pra baixo. Basta um sorriso deles pra que você tenha a certeza de que está tudo no seu devido lugar.


quinta-feira, 5 de abril de 2012

Mês do Livro Infantil

Postado por Flávia às 05:39 1 comentários
Passando rapidinho para deixar uma dica para quem mora em Aracaju.
No mês de abril, a Secretaria de Cultura preparou uma programação especial para comemorar o dia do livro infantil.  São diversas atividades estimulantes para as crianças entre elas teatro de fantoches, contação de histórias, oficinas e uma exposição sobre a vida e a obra de Monteiro Lobato.
A programação já começou, mas ainda tem muita coisa até o final do mês:

02/04 - Contação de Histórias com o Grupo Trupicando
Local: Auditório da Biblioteca Epifânio Dória
Horário: 9h (vagas limitadas)
02/04 – Contação de História e Hora do cineminha – Contos de Hans Christian Andersen
Local: Biafa
Horário: 15h


3/04 - Roda de Leitura
Local: BPED
Horário: 9h


3, 4 e 5/04 – Oficina de Páscoa para crianças com a turma da Biblioteca
Local: Biafa
Horário: 9h e 15h

13 a 15/04 Encontro de Contadores de História
Local: Auditório da BPED
Horário: 9h


16 a 30/4 – Exposição Monteiro Lobato – Vida e Obra
Local: BPED


17/04 - Contação de História com a turma da Biblioteca
Local: Biafa
Horário: 9h e 15h
17/04 - Roda de Leitura
Local: BPED
Horário: 9h


18/04 - Contação de História com o grupo TRUPICANDO
Local: Auditório da Biblioteca Epifânio Dória
Horário: 9h (vagas limitadas)


20/04 – Teatro de fantoche – Emilia e Visconde no País da Leitura
Local: Biafa
Horário: 9h e 15h
Maiores informações no site da Secult.


segunda-feira, 2 de abril de 2012

Modelando uma mãe

Postado por Flávia às 01:09 1 comentários
Esse post poderia também se chamar as minhas tentativas de voltar ao corpo brotinho. Melhor: minhas atrapalhadas tentativas de voltar ao corpo brotinho.
Depois que pari, passei os meses seguintes numa vibe desencanada em relação às questões estéticas. Deixei os brancos assumirem o território capilar por causa da amamentação. Usei cinta apenas por algum  tempo porque não tinha paciência de ficar sem respirar enquanto cuidava de um bebê. Esqueci de usar as pomadas na cicatriz da cesárea. Meu cabelo vivia preso e eu nem sonhava com a ideia de correr até salão e interromper o mundo materno no qual estava mergulhada.
Eu respirava, comia e bebia as necessidades da minha filha e simplesmente me larguei. Realidade natural da maioria das mães lambedoras de crias.
O tempo passou. As cólicas e o refluxo também. A alimentação deixou de ser exclusivamente a amamentação. Comecei dando escapadinhas para ir ao salão. Depois voltei ao peso anterior a gravidez. E a voz continuou a mesma, mas a barriguinha... Essa precisa de ajuda. Não é nada bagaceira. Só que na minha cabecinha quixotesca eu quero (eu posso/eu consigo) que seja como antes. Tá, talvez não dê. Não custa sonhar, sonhar, subir, subiiir...
Nessa minha viagem, surgiu uma promoção nesses sites de compra coletiva. Mil e umas sessões de massagem modeladora mais manta térmica mais não sei que mais lá. Conhecem o tipo?
Pois bem. Promoção é o meu nome do meio e perder a barriga fácil é o meu sonho. Na minha cabeça, repito quixotesca, já me imaginei saradinha sem sacrifícios. Tipo produtos Tabajara: meus problemas acabaram.
Fechei pacote, marquei o dia e lá fui eu. O objetivo é reduzir abdômen e acreditando na Lua de Cristal, eu deitei na maca. A esteticista começou a passar um gel e depois uma maquininha. Geladinho delicia. Eu toda relaxada elogiando as mãos leves da garota e pensando "vai ser barbada".
Muda a máquina e de repente de geladinho delicia passa para um aparelho desentupidor de pia sugando a minha barriga. E sobe. E desce. E suga. E puxa. E slap, slap, slaaap. Naquela hora eu entendi que fácil mesmo é bater prego em barra de manteiga.
O troço sugando e eu suando. Até aí a dor estava no patamar “ok beleza, dá para aguentar”. Olhei para esteticista com olhar de pobre coitada e lancei:

    Fulaninha, tá doendo muito. Não sabia que era assim.

E ela bem bonita me respondeu

           Ô minha linda, esse é só o inicio do tratamento.

É, tinha mais. Seguimos para uma tal massagem que módeus. Aperta, sobe, desce, aperta. E nessa hora, a garota percebeu que a cliente estava mudando de cor. Chamou a esteticista mestra que veio confirmar se a fracote iria desmaiar mesmo.
Continuou a massagem me dizendo: pensa que está perdendo a barriguinha. Eu só conseguia pensar “ minha senhora, eu tô perdendo é a alegria de viver!”. Criei um apelido para essa massagem. Capitão Nascimento.  Quem em sã consciência iria permanecer num corpo debaixo de tanta porrada? A gordura tem que pedir pra sair. Eu entregava qualquer um deitada naquela maca. No primeiro aperto.
Do meio pro final eu já estava gargalhando histericamente. De nervoso é claro. Tomava aperto e ria feito louca. Louca mesmo. A esteticista deve ter pensado o mesmo.
Enfim a sessão de tortura massagem acabou. Eu num misto de aliviada e cambaleante fui embora. Encontrar o marido que as gargalhadas me perguntou ironicamente:
- E aí? Quando é a próxima?
- Segunda. Ainda faltam nove sessões. A esteticista disse que a gente sofre, mas vê resultado!
Eu já falei aqui da minha cabeça quixotesca?

sábado, 31 de março de 2012

Primeiro dente. Primeira gripe

Postado por Flávia às 14:30 1 comentários
A maternidade me proporcionou duas estreias: nascimento de dente e doença de filho.

A primeira foi comemorada, anunciada e curtida devidamente como pais babacas que somos. Enumeramos as vantagens de se ter dois dentes. Rodopiamos com ela e cantamos “Você já tem dente” “Já é uma mocinha”. Pelo comportamento, provavelmente somos os únicos a ter uma filha com dente.

A segunda foi básica, mas nem por isso deixou de ser angustiante.

Ana teve a sua primeira gripe. Ela chegou de mansinho depois de uma ida a piscina. Em um dia que a garota tinha se divertido muito. Encontrou um garotinho maior na piscina e passou boa parte do tempo batendo as pernas e os braços como se nadasse com o novo amigo. Voltamos pra casa e algumas horas depois o nariz já estava corizando.
Não consegui falar com o pediatra e o meu temor se concretizou. A noite tínhamos em casa um bebê chorando irritada com o nariz entupido, uma mãe angustiada tentando acalma-la e um pai na internet tentando encontrar um caminho que não envolvesse medicação sem orientação. Resultado: Uma terrível divertidíssima ida à emergência pediátrica. Delicia!
Madrugada, depois de passar pela sempre simpática médica de plantão (tô toda trabalhada na ironia), saímos de lá com uma receita debaixo do braço e o bebê que exausta adormeceu em nosso colo na única posição possível: em pé. Imagina a nossa noite...

Como experiência provei um dedinho da coisa que toda mãe está careca de saber: doença de filho é angustiante pra dedéu! E olha que (graças a Deus) não tivemos febre nem catarro no peito. Só uma amostra. E eu já fiquei de coração partido.

Sempre tive a ideia romântica que Ana passaria o seu primeiro ano livre de qualquer doença. Por estar comigo, protegida, mamando. A médica, sem tirar os olhos da receita, matou meu sonho de Alice: Isso reforça a imunidade, mas não impede. Nós mesmos podemos contaminar a criança.

No outro dia (vejam bem) amanhecem mãe e filha doentes. Ô boca abençoada a dessa médica!

Hoje temos mãe recuperada e filha se recuperando. Uma mãe que precisa ter uma DR com o pediatra e uma filha que por mais que o nariz escorra continua pulando e acorda trezentas vezes a noite. Uma mãe louca com tanta meleca e uma filha que não permite qualquer tipo de limpeza em seu nariz. Uma filha crescendo e uma mãe aprendendo. Com um dente e uma gripe. Pequenas coisas. Mas as estreias são sempre emocionantes. Pelo menos para quem as vivem.

domingo, 11 de março de 2012

8 meses

Postado por Flávia às 23:42 2 comentários


Muitas vezes me pego tentada a não mais atualizar o blog.  Por causa da correria da vida, da falta de tempo e tantas outras desculpas. Mas quando (numa madrugada dessas da vida) consigo reler os posts passados, reconheço a importância de mantê-lo para que os registros do crescimento de Ana não se percam.
Sou das que gostam de organização, mas sofrem muito para colocar em prática. Nunca consegui manter diário ou agenda por muito tempo. Começava recheada em janeiro e lá pra junho as páginas em branco ficavam frequentes até que em novembro não tinha mais nada escrito. No máximo um feliz natal rabiscado em rosa e um adeus ano velho pra comprovar que eu estava viva no final do ano.

O blog ajuda muito essa criatura aqui a não fazer o mesmo com a história da filha. A cada fase de Ana eu encho a minha mãe de questionamentos. E o principal: Eu era assim?/Eu fiz assim? Na maioria das vezes ela sabe a resposta, mas tem coisas que se perderam no tempo. O meu desejo é que os detalhes, os sentimentos sejam no futuro conhecidos por ela na sua forma mais pura. Escritos no "agora". E é por isso que aos trancos e barrancos, vou mantendo esse espaço. Espero que por muito tempo.

Vejamos a sua vida aos oito meses, filha:
- É rápida engatinhando. Em minuto você está agarrada nas pernas da mãe na cozinha e no outro já está no corredor. Mãe de cabelo em pé e pedindo a Deus mais dois olhos pra te seguir melhor.
-No final do sétimo mês já começou a levantar segurando no sofá e hoje já consegue passar da sua cadeira de papar para o banco ao lado. Sempre segurando. Está tentando ficar em pé sem apoio e sinto que a cada dia consegue se equilibrar por mais um segundo. Acho que os primeiros passinhos estão chegando.
-Nada de dente. E o mais engraçado é que se você acorda irritada, fora do seu comportamento comum, eu e seu pai justificamos: Deve ser o dente! Até agora nem sinal...
-Você está louca por seu pai. Se ele está no quarto e te chama, você sai disparada engatinhando atrás dele. Pela manhã vocês assistem desenho juntos e muitas vezes caem no sono no sofá. O banho da noite continua sendo com o papai, só que agora é no chuveiro. Sempre uma bagunça pra variar.
-Temos uma novela a cada refeição e a mãe espera (abençoa pai!) que tenhamos um final feliz com você crescendo saudável gostando de frutas, verduras, sucos e tudo mais. Gosta do almoço. A moda atual é que só come banana e salvo raríssimas exceções nunca gosta do que prova pela primeira vez. Está melhorando em relação a água e hoje bebe mais que no mês anterior. Suco nem pensar. O que você adora mesmo é o “peitinho” e quer complementar praticamente todas as refeições com um belo mamar.
- A palavra que a mãe mais repete pra você é mamãe. De todas as formas e entonações. Você sempre ri e responde algo parecido com “neném”. Outro dia tentei ensinar Nice pra você chamar a nossa ajudadora da casa. Fiquei com a impressão que você começou o Niiiiii... Vamos ver o desenrolar nos próximos meses.
- Já faz o vem cá e o tchau com a mãozinha. É claro que só faz espontaneamente. Por enquanto nem adianta pedir para dar tchau a titia que não rola.
-Comecei a contar histórias pra você na hora de dormir. Conto os clássicos do meu jeito e você fica conversando junto, se enroscando em mim, até que o sono chega.
-Estabelecemos o horário de dormir as oito e parece que já se consolidou. Comecei o processo de ensino aos sete meses e hoje você já consegue dormir deitada sem precisar ninar no colo. Faço massagem no pé, cafuné e você vai aos poucos pegando no sono.
-Ainda não gosta do berço, mas consegue passar a maioria das noites dormindo sem pedir a cama dos pais. Não dorme a noite toda. Acorda em dias normais duas a três vezes para mamar.
-No oitavo você voltou a fazer algo lá do quarto mês. Acordar as três da madruga para brincar. Mamãe acha que é a tão falada ansiedade da separação do oitavo mês. Tratamos você com carinho e incentivamos a voltar a dormir, ensinando que noite é pra recarregar as baterias. Conversei com você muitas vezes explicando que estaria ao seu lado sempre que precisasse. Era só chamar. Hoje após alguns dias com dificuldade de manter o sono, você voltou a dormir bem.
-Foi à praia pela primeira vez. A água estava gelada por isso só molhei os seus pezinhos. Vamos retornar para um banho completo. Já gosta de piscina e vai praticamente todos os finais de semana.
Desconfiada molhando os pés no mar


É piscina mamãe? Então tudo bem!



terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

O segredo

Postado por Flávia às 06:14 1 comentários
Comer, comer. Comer, comer. É o melhor para poder crescer!

E a mãe repete ,repete, repete a musiquinha na tentativa de hipnotizar o bebê.  Por algum milagre quem sabe dá certo e ela raspa a tigela. Come mais rápido. E a mãe só por hoje não tem que fazer o show do meio dia. Apresentação esta em que ela canta, samba, corre pela casa, se joga no chão, faz... TUDO para conseguir mais uma colherzinha.
Daí que depois de dias e dias encenando essa novela e levando boca cerrada do bebê pela cara. A mãe descobriu que:
1º Não pode projetar a sua história na filha. Já dizia a música: Cada um de nós compõe a sua história

Explico. Mamãe era um porre pra comer e não sabe como a vovó aguentou firme. Acho que a cada refeição, a vovó pensava secretamente em colocar a mamãe no saco e doar para uma família de ciganos. Ciganos de verdade. Andarilhos. Que levasse pra bem longe. Pelamordedeus. Quando lembro nem sei como eu me aguentava de tão chata. E por ser tão chata, muitas vezes a vovó dava o ultimato geral: Só sai da mesa depois de comer tudo! Nossa... Bastava isso para eu começar a suar frio e aí que a garganta travava mesmo. Não descia um grão de arroz.
Pois bem. Isso ficou tão registrado na minha memória que bastou a minha filha começar a fazer o biquinho de aqui não entra, para eu começar a temer a possibilidade dela reproduzir o meu comportamento a mesa. Pura neura é claro! E esses medos bobos te paralisam e impedem de seguir os teus instintos. Se você foi uma criança normal, sarada, bolinha, obesa, olívia palito ou "vento please, não me carregue" , não significa que obrigatoriamente( sem entrar na seara da genética) o seu bebê será do mesmo jeito. Até porque você será a orientadora desse projetinho de vida. E hoje temos muito mais acesso a informação que as nossas mães tinham não é verdade?
2º A hora de comer tem que ser divertida e não ansiosa

As vezes ficamos tão ansiosas pra cria raspar o prato que tornamos a hora do papar na hora do sacrifício. Corremos com as colheradas para o bebê comer o máximo possível. Queremos a concentração no prato quando se eles estivessem mais soltos/distraídos comeriam melhor. Bebês se cansam rapidamente. Ficar sentado em uma cadeira abrindo a boca de minuto em minuto é um verdadeiro tedio.
Por isso, mamãe aprendeu a usar estratégias na hora do papar. Bebê na cadeirinha. Começa muito bem comendo as colheradas com a boca bem aberta. Cansa. Não quer mais abrir a boca. Mamãe dá um brinquedo de morder. Bebê se distrai brincando. Volta a abrir a boca de novo. Cansa. Mamãe coloca o desenho preferido . Bebê se distrai. Continua comendo. Papai chega pra almoçar. Pega o bastão. Bebê se anima que agora tem cara nova na parada. Cansa. Mamãe chama a tia (ou qualquer outro ser solidário) para ver a bocona ... E por aí vai até terminar. Com calma. Respeitando o tempo do bebê. Afinal ninguém gosta de comer sob cobrança.
3º Diversificar e mascarar. Não adiantou? Retrocede para tentar novamente

A cada dia vou testando, oferecendo, criando coisas diferentes. Tudo para despertar o prazer de comer. Quando descubro alguma coisa que o bebê não gosta, mas precisa. Coloco o soldado camuflado na selva. É a beterraba com gosto de terra? Lá vai ela bem picadinha. Bem temperada e fininha misturada naquela abobora que a criaturinha adora. Não comeu de jeito nenhum? Retrocedo. Ofereço só a abobora. Espero uma, duas semanas e tento de novo. Não desisto de imediato. Estou ensinando a boa alimentação. Leva tempo. É preciso determinação.

 
4º Papar é divertido durante e depois
Aproveito pra brincar bastante. Canto. Invento brincadeiras novas. Faço batucada na cadeirinha. Deixo se lambuzar. Brincar com a comida. Tudo para que a hora do papar seja associada a diversão. Se o pai almoça em casa entra no circuito também. Faz bocão grande pra ensinar a ela como se come. E o mais engraçado é que ela imita e se diverte com ele.
Também criei um esquema que está dando certo. Depois de comer e se lambuzar da cabeça aos pés, a bebê toma um banho divertido. Na piscina cheia de brinquedos que ela adora ou no chuveirão com direito a palhaçada da mãe. Assim ela cria a expectativa que depois de comer bem a diversão continua.
5° Paciência, paciência e mais paciência
O tempo tá passando, a pia está cheia de prato, o almoço do maridão esperando e o bebê só deixa o avião pousar de 20 em 20 minutos? Paciência. Procuro organizar tudo antes porque quando eu sento para comer com Ana, o momento recebe toda a minha atenção. Já fiquei uma hora ou mais. E aprendi que ela come muito melhor com calma. Se eu estiver estressada e impaciente parece que a energia contagia resultando em bebê irritado e mãe frustrada. Procuro me divertir com as descobertas dela e relaxar. Quando o dia tá muito punk conto até 10, olho para o céu e respiro. Paciência é uma virtuuuude... Repita comigo.

E por fim, porém não menos importante. O sazon da maternidade. Aquele que Zezé de Camargo esgoelava nas paradas quando ainda usava franja.
É o amoooooor!
Tem que colocar amor no negócio. Quando estou preparando, alimentando, atuando... Até no suspiro pedindo paciência a God. É preciso amor. Esse é o segredo da comida de mãe.
Aquele feijãozinho que você seguiu a receita passo a passo e não ficou igual. O ensopado que por mais que ela te ensine não passa nem perto do chulé do ensopado que ela faz. Não se sinta a incapaz da cozinha. A mãe usa um tempero. Um que só ela tem.
E eu que me achava um traste na cozinha... Só fui descobrir o segredo agora que pari. ; )
 

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